O programador Rafael Carneiro faz parte de um grupo de discussão mundial sobre a linguagem Java e precisa se comunicar constantemente com pessoas de outros estados. Para evitar o rombo na conta de telefone, a solução encontrada por ele foi o VoIP. Geralmente a comunicação é feita gratuitamente através do Skype ou de outros programas equivalentes.
Para ele, mesmo se o Skype passasse a cobrar pelo seu uso - o que acredita ser uma possibilidade, no futuro - não haveria problema. "Eu pagaria, porque o programa é muito bom. Não tenho problema de atraso ou perda de informação. Além do mais, normalmente uma ligação por telefonia IP é mais barata que o interurbano", diz.
Fonte: O Povo
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Tudo para não pagar telefone
Quando viajou para os Estados Unidos, a estudante Lívia Menezes usava o VoIP tanto para se comunicar com o namorado, que estava na Áustria, quanto com os parentes no Brasil. Segundo ela, a conexão usando o programa gratuito chegava a ser melhor que as ligações para telefones fixos ou números IP. Hoje, ela usa o Skype para falar com uma amiga que está na Holanda.
Para Lívia, além da facilidade de uso e da qualidade na transmissão, a opção de falar com as pessoas através do computador tem outra vantagem, bem mais significativa: a economia em relação ao interurbano tradicional. Tanto que ela garante só ligar pelo aparelho de casa em situações extremas: "uso o que eu posso para não pagar telefone".
Fonte: O Povo
Para Lívia, além da facilidade de uso e da qualidade na transmissão, a opção de falar com as pessoas através do computador tem outra vantagem, bem mais significativa: a economia em relação ao interurbano tradicional. Tanto que ela garante só ligar pelo aparelho de casa em situações extremas: "uso o que eu posso para não pagar telefone".
Fonte: O Povo
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Lançado o Asterisk 1.2.24 e 1.4.10
A equipe de desenvolvimento do Asterisk lançou o Asterisk 1.2.24 e 1.4.10.
A versão 1.2.24 é a última versão de atualização da série 1.2 que contém correções de problemas. A série 1.2 somente será mantido para correções de segurança até ser substituído pela nova versão.
A versão 1.4.10 contém diversas correções de problemas do Asterisk, assim como correções de segurança. A segurança afeta somente usuários do chan_skinny e está documentada em ASA-2007-019.
http://downloads.digium.com/pub/asa/ASA-2007-019.pdf
Outra mudança significativa na versão 1.4.10 inclui muitas correções do driver de canal para o IAX2.
Esta versão está disponível para download no seguinte endereço:
http://downloads.digium.com/pub/telephony/asterisk/
Fonte: Asterisk.org
A versão 1.2.24 é a última versão de atualização da série 1.2 que contém correções de problemas. A série 1.2 somente será mantido para correções de segurança até ser substituído pela nova versão.
A versão 1.4.10 contém diversas correções de problemas do Asterisk, assim como correções de segurança. A segurança afeta somente usuários do chan_skinny e está documentada em ASA-2007-019.
http://downloads.digium.com/pub/asa/ASA-2007-019.pdf
Outra mudança significativa na versão 1.4.10 inclui muitas correções do driver de canal para o IAX2.
Esta versão está disponível para download no seguinte endereço:
http://downloads.digium.com/pub/telephony/asterisk/
Fonte: Asterisk.org
Linksys lança promoção dia dos pais para as linhas de produtos VoIP, Wireless G
A Linksys, divisão da Cisco Systems, Inc. e reconhecida como líder em infra-estrutura de redes de Voz e Wireless para usuários domésticos, pequenos ambientes e SOHO (Small Office/Home Office), anuncia a promoção “Eu quero meu pai com Linksys” que acontece de 18 de julho a 19 de agosto nas principais revendas e distribuidores da empresa no país. Na campanha, clientes são premiados com brindes como stick pads e bolsa para notebook, enquanto as revendas recebem incentivo em dinheiro para aumentar as vendas.
O objetivo da promoção é aumentar a venda de produtos VoIP e Wireless no varejo, principalmente da linha Wireless N, que chegou ao mercado no fim do ano passado com foco nos consumidores residenciais e de Pequenas e Médias Empresas, que necessitam de cobertura e performance extras em suas redes sem fio.
Na compra de um roteador Wireless N o cliente leva para casa uma bolsa Linksys para notebook. Na outra ponta, o vendedor acumula prêmios em dinheiro para cada venda efetuada – são R$ 10,00 por produto vendido. Para as linhas VoIP e Wireless G, na compra de um equipamento, o prêmio é um stick pad para o cliente e benefício de R$ 5,00 para o vendedor para cada produto vendido.
“Entre os benefícios das linhas Wireless sempre destacamos a mobilidade e da linha de VoIP a grande vantagem é a economia. A Linksys oferece ao mercado três níveis de solução sem fio que se adequam às necessidades de seus clientes: o roteador tradicional Wireless-G, o roteador com alto nível de segurança e concentrador VPN (Virtual Private Network) e o roteador turbinado Wireless-N”, diz Emerson Yoshimura, gerente regional da Linksys no Brasil.
Cerca de 90 lojas de varejo e distribuidores de todo o Brasil participam da promoção. Acesse a lista completa no site da Linksys.
Blitz na Santa Efigênia e Infocentro - Na primeira semana de agosto, que antecede o Dia dos Pais, a Linksys preparou uma blitz nas regiões da Santa Efigênia, em São Paulo, e Infocentro, no Rio de Janeiro – pontos conhecidos de comércio eletrônico.
Fonte: Globo.com
O objetivo da promoção é aumentar a venda de produtos VoIP e Wireless no varejo, principalmente da linha Wireless N, que chegou ao mercado no fim do ano passado com foco nos consumidores residenciais e de Pequenas e Médias Empresas, que necessitam de cobertura e performance extras em suas redes sem fio.
Na compra de um roteador Wireless N o cliente leva para casa uma bolsa Linksys para notebook. Na outra ponta, o vendedor acumula prêmios em dinheiro para cada venda efetuada – são R$ 10,00 por produto vendido. Para as linhas VoIP e Wireless G, na compra de um equipamento, o prêmio é um stick pad para o cliente e benefício de R$ 5,00 para o vendedor para cada produto vendido.
“Entre os benefícios das linhas Wireless sempre destacamos a mobilidade e da linha de VoIP a grande vantagem é a economia. A Linksys oferece ao mercado três níveis de solução sem fio que se adequam às necessidades de seus clientes: o roteador tradicional Wireless-G, o roteador com alto nível de segurança e concentrador VPN (Virtual Private Network) e o roteador turbinado Wireless-N”, diz Emerson Yoshimura, gerente regional da Linksys no Brasil.
Cerca de 90 lojas de varejo e distribuidores de todo o Brasil participam da promoção. Acesse a lista completa no site da Linksys.
Blitz na Santa Efigênia e Infocentro - Na primeira semana de agosto, que antecede o Dia dos Pais, a Linksys preparou uma blitz nas regiões da Santa Efigênia, em São Paulo, e Infocentro, no Rio de Janeiro – pontos conhecidos de comércio eletrônico.
Fonte: Globo.com
É hora de tirar o telefone fixo da tomada?
SÃO PAULO - O cartunista mineiro Eduardo Evangelista, o Duke, de 33 anos, começa mais um processo de criação com o Flash e o Photoshop.
O quartel-general das suas charges e animações é a própria casa, em Belo Horizonte. Desta vez, Duke faz dupla com um ilustrador que está a 40 quilômetros, na cidade de Contagem. Mas poderia ser Tóquio, Istambul ou Camberra. Remotamente, os dois trocam arquivos e falam sobre suas idéias, sem se preocupar com a conta. Nunca a expressão telefone fixo fez tanto sentido — só que com uma nova acepção. O aparelho fica imóvel, mudo, fixo. Quem trabalha é outra dupla: o Skype e a banda larga de 1 Mbps.
Duke aderiu a VoIP há dois anos pela mais habitual das vias de estréia. O objetivo era economizar nas ligações para a irmã que mora em Toronto, no Canadá. “Quando recebi uma cobrança da Embratel de 50 reais por 17 minutos, liguei na hora para questionar o valor”, diz. Ele entrou no Skype pelo sistema peer-to-peer, de computador a computador, e logo trocou a fatura de interurbanos por créditos de 25 reais do SkypeOut. “Agora, falo 20 minutos por 50 centavos”, afirma. O programa acabou virando uma ferramenta de colaboração no trabalho.
O cartunista é um exemplo de como o VoIP começa a silenciar — e até a tirar da tomada — as linhas tradicionais em casas e empresas brasileiras. Uma enquete feita em fevereiro pelo site da INFO com 1 149 internautas mostra que 4,8% deles já abriu mão da linha fixa e só usa voz sobre IP em casa.
Estima-se que o número de provedores VoIP no Brasil chegue a 250. No ano passado, o IDC mapeou 80 deles, sem incluir iniciativas peer-to-peer como o Skype. Juntas, essas empresas arregimentaram 213,9 mil usuários de voz sobre IP e uma receita de 573,3 milhões de reais. É pouco diante do que vem por aí. Neste ano, segundo o instituto, a população chegará a 420 mil, girando 1,2 bilhão de reais. “A baixa penetração de banda larga no país ainda é uma barreira. Mas o WiMAX e o 3G devem estimular um salto no VoIP no fim de 2007”, diz Brendan Mark Conroy, consultor sênior de telecomunicações do IDC.
Na fábrica de equipamentos têxteis Denimmaq, do Rio de Janeiro, o telefone fixo praticamente se aposentou. “Se não fosse pela banda larga, não teríamos mais essa linha”, diz Elias Soteras Júnior, proprietário da empresa. Com clientes e fornecedores espalhados pelo país, a Denimmaq pagava de 2 500 a 3 000 mil reais por mês para a Telemar. Há oito meses, assinou o serviço Vono, da GVT, e agora gasta cerca de 550 reais a cada 40 dias.
Ligado na previsão do tempo? O VoIP está por trás da operação da paulista Climatempo. Desde junho do ano passado, a empresa usa o voipMais, da operadora TMais, com um link dedicado de banda larga de 2 Mbps. O gasto de telefone da Climatempo, usuária intensiva de interurbanos, caiu de uma média de 6 000 reais por mês para 3 500 reais. As linhas fixas viraram backup para o caso de uma queda na banda larga. “A única mudança para os funcionários é que passamos a esperar alguns segundos para receber o tom de discagem, mas isso não atrapalhou a operação”, diz Carlos Magno, diretor presidente da Climatempo.
Dá-lhe matemática!
Ao mesmo tempo em que o uso do VoIP se expande, vai caindo por terra um certo deslumbramento que imperou em suas fases mais embrionárias — o alô a custo próximo de zero. Na prática, nem sempre as tarifas do VoIP são mais baixas que as das operadoras tradicionais, principalmente para quem faz poucos interurbanos. Ainda não se repassou para os usuários boa parte da economia trazida pelo VoIP, e a esperada guerra de preços não se materializou. “O mercado de voz de um modo geral vai mudar. E para o consumidor pouco importa se é pela internet ou não, o que conta é o preço e a qualidade”, diz Leila Loria, diretora superintendente da TVA, que oferece um serviço de VoIP em parceria com operadoras de telefonia.
A melhor opção para cada perfil? Só apelando para a matemática. É preciso avaliar itens como as assinaturas mensais, as tabelas enlouquecedoras de preços com múltiplos horários, a compra de dispositivos como o ATA... “Não existe milagre no VoIP. As pessoas têm de ponderar o custo-benefício”, diz um usuário experimentado da tecnologia, o gerente de trading Francisco da Silva, de 56 anos. Morador de São Paulo, ele adotou a voz sobre IP da Tellfree para falar com os três filhos que moram nos Estados Unidos — pagava 600 reais por mês de interurbanos. Com um ATA do outro lado, as conversas saem de graça.
Mais do que uma alternativa nas tarifas, a sacada do VoIP está na ubiqüidade — a possibilidade de levar o número para qualquer lugar onde exista banda larga —, na sintonia com a web 2.0 e no fato de questionar um modelo de telefone que imperou por 130 anos. Do softfone ao ATA e aos telefones IP e Wi-Fi, o VoIP abre opções praticamente ilimitadas. E tira as operadoras da inércia. “As empresas de telecom ainda dependem 85% de voz no faturamento. Elas terão de ser cada vez mais criativas e trazer novos serviços”, diz Luis Cuza, presidente executivo da TelComp, associação que reúne as operadoras brasileiras.
Na elite do Skype
Só o Skype tem cerca de 9 milhões de usuários no Brasil, o que coloca o país no TOP-5 da empresa, parte do grupo eBay. É um universo de 171 milhões de pessoas registradas. Por aqui, a empresa escolheu como parceiro para seu serviço SkypeIn, que oferece um número para receber chamadas, a operadora Transit Telecom. São 45 mil usuários. Nos laboratórios do Skype, na cidade de Tallinn, na Estônia, uma das prioridades está em aperfeiçoar codecs e estudar novas formas de transmissão de voz. “Vamos começar a trabalhar no 3G”, afirma Alberto Lorente, diretor de desenvolvimento de negócios do Skype para a Europa e a América. Há dois anos, o Skype partiu para a era do vídeo, umas das tendências quentes na VoIP.
No Brasil, o Terra é um dos provedores que investe nessa direção. A versão 3 do Terra VoIP passou a contar com videoconferência, mas ainda não oferece um número para receber chamadas. O serviço estreou há um ano e tem hoje 200 mil usuários, o que corresponde a 15% da base de clientes do provedor. Os engenheiros trabalham agora em aperfeiçoamentos na voz. “Estamos testando codecs que permitam oferecer som estéreo”, diz Paulo Castro, diretor-geral do Terra no Brasil.
Do lado das operadoras tradicionais, o VoIP ainda tem sido uma iniciativa tímida. Até se vende com desembaraço em grandes pacotes corporativos, mas nas linhas residenciais é outra história. Uma das exceções é a GVT, uma empresa espelho, que não tem grande mercado cativo a perder, e criou uma operação separada para o VoIP, a Vono. “Optamos por uma marca independente para ter uma empresa mais ágil, com dinâmica de internet”, afirma Ricardo Engelbert, diretor-executivo da Vono. São várias opções de serviço, com softfone ou ATA, mensalidade fixa ou pagamento de acordo com o uso. Pelo Vono, dá para ligar até para sacar o telefone para falar com endereços do Skype. O serviço está disponível em 151 cidades e tem 35 mil clientes.
A Embratel entrou no VoIP no ano passado com o NET Fone, em parceria com a NET, também do grupo mexicano Telmex. E vem fazendo barulho. O produto fechou 2006 com uma massa de 182 mil assinantes, em 22 cidades. Como na telefonia tradicional, paga-se uma assinatura mensal de 34,90 reais (no plano básico). O internauta instala um MTA, que combina cable modem e ATA. O sinal sai do telefone do usuário pela rede HFC (Hybrid Fiber/Coax) até uma central da Embratel. “A tendência é ir agregando serviços ao VoIP. O sistema poderá avisar, por exemplo, quando eu estourar o valor da minha franquia de assinatura”, diz Marcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da NET. “Além disso, queremos acompanhar nosso cliente fora de casa. Estamos estudando um NET celular”, afirma.
Já a Telemar entra indiretamente no pacote TVA Voz, num acordo com a TVA. Quem presta o serviço é a operadora brasileira Neo Voice, criada em 2005. “Quando o assinante tira o telefone do gancho, reservamos uma faixa de banda do Ajato para garantir a qualidade”, diz Amilton de Lucca, diretor de desenvolvimento do mercado corporativo da TVA. A empresa estreou nessa área em junho de 2005, com a operadora Primeira Escolha, que já saiu de circulação. Com a venda de parte da TVA para a Telefônica, o grupo espanhol também pode entrar em campo. “Existe a possibilidade de a Telefônica ter um serviço VoIP próprio ou minutos no nosso pacote”, afirma Leila Loria.
Na Telefônica a estratégia tem sido a de mexer nas tarifas do sistema tradicional. E, em alguns casos, chega a bater o preço do VoIP. A empresa a? rma que está estudando a voz sobre IP, mas não diz quando estreará. “Deverão ser serviços complementares aos que o cliente tem hoje”, diz Benedito Fayan, diretor regional de inovação da Telefônica. Nem em sua sede, na Espanha, a empresa mostrou a cara de seu VoIP doméstico. Por lá, a oferta de triple play inclui o ADSL, o Imagenio (nome de sua IPTV, com mais de 60 canais) e pacote de telefone tradicional.
A Brasil Telecom colocou no mercado há um ano o VoipFone, mas afirma que as vendas ainda não são expressivas. O usuário contrata uma franquia de minutos e paga como um celular. “Por enquanto, o tráfego do VoIP é incremental. Se estivéssemos sendo invadidos pelo Skype, estaríamos reagindo com mais força”, afirma Ricardo Knoepfelmacher, presidente da Brasil Telecom.
É numa nova geração de empresas, criada sob o signo do VoIP, que brotam boa parte das iniciativas. São nomes como Tellfree, TMais, Hip Telecom, Transit Telecom, Taho e Nexus. Fundada no início de 2005 por dois sócios brasileiros, a Tellfree tem 30 funcionários e 5 mil clientes, 90% deles corporativos.
Está presente em 161 cidades. Para se expandir pelo país, bolou um sistema de franchising — são 62 franquias VoIP, com previsão de chegar a 150 até o fim do ano. A Tellfree se prepara para oferecer serviços baseados no protocolo ENUM (sigla de TElephone NUmber Mapping), que permitirá unificar números de telefone e endereços de e-mail. Também estuda a escolha de um softfone com recursos de colaboração. “Até abril, teremos vídeo e transferência de arquivos”, diz Daniel Duarte Filho, diretor-geral e um dos sócios da Tellfree. Imitando os princípios da telefonia fixa, a empresa vai começar a trabalhar com minutos mais baixos para ligações locais no VoIP.
Muitos dos novos nomes do VoIP estão se dirigindo para o SMB, o mercado das pequenas e médias empresas. É o caso da TMais. “É um segmento onde o valor da conta pesa muito”, afirma Marcos Gordon, diretor comercial da TMais. A Transit Telecom tem entre 4 e 5 mil clientes, a maioria no SMB. “Também olhamos para as redes de acesso sem fio, que vão concorrer com o 3G e o 4G”, afirma Alexandre Alves, vice-presidente de tecnologia da Transit Telecom.
Outro exemplo que mira tanto o SMB como as tecnologias sem fio é a Hip Telecom. “O atraso do WiMAX está prejudicando a evolução das empresas de VoIP. Não tenho banda larga, por exemplo, em boa parte dos meus clientes da região de Diadema, na Grande São Paulo”, diz Paulo Humberg, presidente da Hip Telecom. Fundador da empresa, Humberg foi o empreendedor por trás do leilão online Lokau, incorporado ao MercadoLivre.
A estreante brasileira Nexus buscou um parceiro na área do hardware para criar seu serviço Vonex: a Linksys, divisão da Cisco. Seu VoIP entrou no ar há cinco meses e começa a ser oferecido ao varejo neste mês. A empresa tem cerca de 5 mil clientes. “Estamos trabalhando para oferecer serviços no celular”, diz Rabih Hanna, diretor e um dos sócios da Nexus.
Enquanto o VoIP flerta com os mais diferentes tipos de dispositivos, existe uma turma torcendo para que a palavra suma do mapa. E não são as operadoras de telecom: é o time do próprio Skype. “O VoIP será algo tão transparente e fácil de usar que ninguém lembrará desse termo. Teremos serviços que não dependem do tipo de dispositivo nem da rede”, diz Alberto Lorente. Alô? Hello? Hallo? Tanto faz a língua que você está falando neste momento. O telefone irá aonde você for.
Fonte: Info-OnLine
O quartel-general das suas charges e animações é a própria casa, em Belo Horizonte. Desta vez, Duke faz dupla com um ilustrador que está a 40 quilômetros, na cidade de Contagem. Mas poderia ser Tóquio, Istambul ou Camberra. Remotamente, os dois trocam arquivos e falam sobre suas idéias, sem se preocupar com a conta. Nunca a expressão telefone fixo fez tanto sentido — só que com uma nova acepção. O aparelho fica imóvel, mudo, fixo. Quem trabalha é outra dupla: o Skype e a banda larga de 1 Mbps.
Duke aderiu a VoIP há dois anos pela mais habitual das vias de estréia. O objetivo era economizar nas ligações para a irmã que mora em Toronto, no Canadá. “Quando recebi uma cobrança da Embratel de 50 reais por 17 minutos, liguei na hora para questionar o valor”, diz. Ele entrou no Skype pelo sistema peer-to-peer, de computador a computador, e logo trocou a fatura de interurbanos por créditos de 25 reais do SkypeOut. “Agora, falo 20 minutos por 50 centavos”, afirma. O programa acabou virando uma ferramenta de colaboração no trabalho.
O cartunista é um exemplo de como o VoIP começa a silenciar — e até a tirar da tomada — as linhas tradicionais em casas e empresas brasileiras. Uma enquete feita em fevereiro pelo site da INFO com 1 149 internautas mostra que 4,8% deles já abriu mão da linha fixa e só usa voz sobre IP em casa.
Estima-se que o número de provedores VoIP no Brasil chegue a 250. No ano passado, o IDC mapeou 80 deles, sem incluir iniciativas peer-to-peer como o Skype. Juntas, essas empresas arregimentaram 213,9 mil usuários de voz sobre IP e uma receita de 573,3 milhões de reais. É pouco diante do que vem por aí. Neste ano, segundo o instituto, a população chegará a 420 mil, girando 1,2 bilhão de reais. “A baixa penetração de banda larga no país ainda é uma barreira. Mas o WiMAX e o 3G devem estimular um salto no VoIP no fim de 2007”, diz Brendan Mark Conroy, consultor sênior de telecomunicações do IDC.
Na fábrica de equipamentos têxteis Denimmaq, do Rio de Janeiro, o telefone fixo praticamente se aposentou. “Se não fosse pela banda larga, não teríamos mais essa linha”, diz Elias Soteras Júnior, proprietário da empresa. Com clientes e fornecedores espalhados pelo país, a Denimmaq pagava de 2 500 a 3 000 mil reais por mês para a Telemar. Há oito meses, assinou o serviço Vono, da GVT, e agora gasta cerca de 550 reais a cada 40 dias.
Ligado na previsão do tempo? O VoIP está por trás da operação da paulista Climatempo. Desde junho do ano passado, a empresa usa o voipMais, da operadora TMais, com um link dedicado de banda larga de 2 Mbps. O gasto de telefone da Climatempo, usuária intensiva de interurbanos, caiu de uma média de 6 000 reais por mês para 3 500 reais. As linhas fixas viraram backup para o caso de uma queda na banda larga. “A única mudança para os funcionários é que passamos a esperar alguns segundos para receber o tom de discagem, mas isso não atrapalhou a operação”, diz Carlos Magno, diretor presidente da Climatempo.
Dá-lhe matemática!
Ao mesmo tempo em que o uso do VoIP se expande, vai caindo por terra um certo deslumbramento que imperou em suas fases mais embrionárias — o alô a custo próximo de zero. Na prática, nem sempre as tarifas do VoIP são mais baixas que as das operadoras tradicionais, principalmente para quem faz poucos interurbanos. Ainda não se repassou para os usuários boa parte da economia trazida pelo VoIP, e a esperada guerra de preços não se materializou. “O mercado de voz de um modo geral vai mudar. E para o consumidor pouco importa se é pela internet ou não, o que conta é o preço e a qualidade”, diz Leila Loria, diretora superintendente da TVA, que oferece um serviço de VoIP em parceria com operadoras de telefonia.
A melhor opção para cada perfil? Só apelando para a matemática. É preciso avaliar itens como as assinaturas mensais, as tabelas enlouquecedoras de preços com múltiplos horários, a compra de dispositivos como o ATA... “Não existe milagre no VoIP. As pessoas têm de ponderar o custo-benefício”, diz um usuário experimentado da tecnologia, o gerente de trading Francisco da Silva, de 56 anos. Morador de São Paulo, ele adotou a voz sobre IP da Tellfree para falar com os três filhos que moram nos Estados Unidos — pagava 600 reais por mês de interurbanos. Com um ATA do outro lado, as conversas saem de graça.
Mais do que uma alternativa nas tarifas, a sacada do VoIP está na ubiqüidade — a possibilidade de levar o número para qualquer lugar onde exista banda larga —, na sintonia com a web 2.0 e no fato de questionar um modelo de telefone que imperou por 130 anos. Do softfone ao ATA e aos telefones IP e Wi-Fi, o VoIP abre opções praticamente ilimitadas. E tira as operadoras da inércia. “As empresas de telecom ainda dependem 85% de voz no faturamento. Elas terão de ser cada vez mais criativas e trazer novos serviços”, diz Luis Cuza, presidente executivo da TelComp, associação que reúne as operadoras brasileiras.
Na elite do Skype
Só o Skype tem cerca de 9 milhões de usuários no Brasil, o que coloca o país no TOP-5 da empresa, parte do grupo eBay. É um universo de 171 milhões de pessoas registradas. Por aqui, a empresa escolheu como parceiro para seu serviço SkypeIn, que oferece um número para receber chamadas, a operadora Transit Telecom. São 45 mil usuários. Nos laboratórios do Skype, na cidade de Tallinn, na Estônia, uma das prioridades está em aperfeiçoar codecs e estudar novas formas de transmissão de voz. “Vamos começar a trabalhar no 3G”, afirma Alberto Lorente, diretor de desenvolvimento de negócios do Skype para a Europa e a América. Há dois anos, o Skype partiu para a era do vídeo, umas das tendências quentes na VoIP.
No Brasil, o Terra é um dos provedores que investe nessa direção. A versão 3 do Terra VoIP passou a contar com videoconferência, mas ainda não oferece um número para receber chamadas. O serviço estreou há um ano e tem hoje 200 mil usuários, o que corresponde a 15% da base de clientes do provedor. Os engenheiros trabalham agora em aperfeiçoamentos na voz. “Estamos testando codecs que permitam oferecer som estéreo”, diz Paulo Castro, diretor-geral do Terra no Brasil.
Do lado das operadoras tradicionais, o VoIP ainda tem sido uma iniciativa tímida. Até se vende com desembaraço em grandes pacotes corporativos, mas nas linhas residenciais é outra história. Uma das exceções é a GVT, uma empresa espelho, que não tem grande mercado cativo a perder, e criou uma operação separada para o VoIP, a Vono. “Optamos por uma marca independente para ter uma empresa mais ágil, com dinâmica de internet”, afirma Ricardo Engelbert, diretor-executivo da Vono. São várias opções de serviço, com softfone ou ATA, mensalidade fixa ou pagamento de acordo com o uso. Pelo Vono, dá para ligar até para sacar o telefone para falar com endereços do Skype. O serviço está disponível em 151 cidades e tem 35 mil clientes.
A Embratel entrou no VoIP no ano passado com o NET Fone, em parceria com a NET, também do grupo mexicano Telmex. E vem fazendo barulho. O produto fechou 2006 com uma massa de 182 mil assinantes, em 22 cidades. Como na telefonia tradicional, paga-se uma assinatura mensal de 34,90 reais (no plano básico). O internauta instala um MTA, que combina cable modem e ATA. O sinal sai do telefone do usuário pela rede HFC (Hybrid Fiber/Coax) até uma central da Embratel. “A tendência é ir agregando serviços ao VoIP. O sistema poderá avisar, por exemplo, quando eu estourar o valor da minha franquia de assinatura”, diz Marcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da NET. “Além disso, queremos acompanhar nosso cliente fora de casa. Estamos estudando um NET celular”, afirma.
Já a Telemar entra indiretamente no pacote TVA Voz, num acordo com a TVA. Quem presta o serviço é a operadora brasileira Neo Voice, criada em 2005. “Quando o assinante tira o telefone do gancho, reservamos uma faixa de banda do Ajato para garantir a qualidade”, diz Amilton de Lucca, diretor de desenvolvimento do mercado corporativo da TVA. A empresa estreou nessa área em junho de 2005, com a operadora Primeira Escolha, que já saiu de circulação. Com a venda de parte da TVA para a Telefônica, o grupo espanhol também pode entrar em campo. “Existe a possibilidade de a Telefônica ter um serviço VoIP próprio ou minutos no nosso pacote”, afirma Leila Loria.
Na Telefônica a estratégia tem sido a de mexer nas tarifas do sistema tradicional. E, em alguns casos, chega a bater o preço do VoIP. A empresa a? rma que está estudando a voz sobre IP, mas não diz quando estreará. “Deverão ser serviços complementares aos que o cliente tem hoje”, diz Benedito Fayan, diretor regional de inovação da Telefônica. Nem em sua sede, na Espanha, a empresa mostrou a cara de seu VoIP doméstico. Por lá, a oferta de triple play inclui o ADSL, o Imagenio (nome de sua IPTV, com mais de 60 canais) e pacote de telefone tradicional.
A Brasil Telecom colocou no mercado há um ano o VoipFone, mas afirma que as vendas ainda não são expressivas. O usuário contrata uma franquia de minutos e paga como um celular. “Por enquanto, o tráfego do VoIP é incremental. Se estivéssemos sendo invadidos pelo Skype, estaríamos reagindo com mais força”, afirma Ricardo Knoepfelmacher, presidente da Brasil Telecom.
É numa nova geração de empresas, criada sob o signo do VoIP, que brotam boa parte das iniciativas. São nomes como Tellfree, TMais, Hip Telecom, Transit Telecom, Taho e Nexus. Fundada no início de 2005 por dois sócios brasileiros, a Tellfree tem 30 funcionários e 5 mil clientes, 90% deles corporativos.
Está presente em 161 cidades. Para se expandir pelo país, bolou um sistema de franchising — são 62 franquias VoIP, com previsão de chegar a 150 até o fim do ano. A Tellfree se prepara para oferecer serviços baseados no protocolo ENUM (sigla de TElephone NUmber Mapping), que permitirá unificar números de telefone e endereços de e-mail. Também estuda a escolha de um softfone com recursos de colaboração. “Até abril, teremos vídeo e transferência de arquivos”, diz Daniel Duarte Filho, diretor-geral e um dos sócios da Tellfree. Imitando os princípios da telefonia fixa, a empresa vai começar a trabalhar com minutos mais baixos para ligações locais no VoIP.
Muitos dos novos nomes do VoIP estão se dirigindo para o SMB, o mercado das pequenas e médias empresas. É o caso da TMais. “É um segmento onde o valor da conta pesa muito”, afirma Marcos Gordon, diretor comercial da TMais. A Transit Telecom tem entre 4 e 5 mil clientes, a maioria no SMB. “Também olhamos para as redes de acesso sem fio, que vão concorrer com o 3G e o 4G”, afirma Alexandre Alves, vice-presidente de tecnologia da Transit Telecom.
Outro exemplo que mira tanto o SMB como as tecnologias sem fio é a Hip Telecom. “O atraso do WiMAX está prejudicando a evolução das empresas de VoIP. Não tenho banda larga, por exemplo, em boa parte dos meus clientes da região de Diadema, na Grande São Paulo”, diz Paulo Humberg, presidente da Hip Telecom. Fundador da empresa, Humberg foi o empreendedor por trás do leilão online Lokau, incorporado ao MercadoLivre.
A estreante brasileira Nexus buscou um parceiro na área do hardware para criar seu serviço Vonex: a Linksys, divisão da Cisco. Seu VoIP entrou no ar há cinco meses e começa a ser oferecido ao varejo neste mês. A empresa tem cerca de 5 mil clientes. “Estamos trabalhando para oferecer serviços no celular”, diz Rabih Hanna, diretor e um dos sócios da Nexus.
Enquanto o VoIP flerta com os mais diferentes tipos de dispositivos, existe uma turma torcendo para que a palavra suma do mapa. E não são as operadoras de telecom: é o time do próprio Skype. “O VoIP será algo tão transparente e fácil de usar que ninguém lembrará desse termo. Teremos serviços que não dependem do tipo de dispositivo nem da rede”, diz Alberto Lorente. Alô? Hello? Hallo? Tanto faz a língua que você está falando neste momento. O telefone irá aonde você for.
Fonte: Info-OnLine
Migração de aplicação celular para IP será prioridade em empresas
São Paulo - Pesquisa da Economist Intelligence Unit (EIU) ouviu 395 executivos para entender as tendências de investimento no próximo ano.
Em 2008, 72% das empresas pretendem migrar suas aplicações celulares de dados e voz para uma rede IP (protocolo internet), segundo pesquisa da Economist Intelligence Unit para a AT&T.
O uso de comunicações móveis pelas empresas é amplo entre os 395 altos executivos ouvidos e, na Europa, esse número chega a 91% dos entrevistados, que reportaram o uso constante dos equipamentos.
Até 2010, a utilização comercial de telefones celulares e outros aparelhos por executivos e outros funcionários será praticamente universal, segundo a pesquisa, e deverá se ampliar para áreas de atendimento ao cliente, tecnologia da informação e marketing, assim como no campo.
A pesquisa mostra que, em todas as regiões, a maior produtividade da força de trabalho é vista como um importante benefício da mobilidade. Além disso, os executivos reconhecem também outras vantagens, incluindo desde a melhoria do serviço de atendimento ao cliente e a redução dos custos operacionais e de infra-estrutura até a melhoria da prontidão para dar continuidade aos negócios.
Para concretizar os ganhos de produtividade pretendidos é necessário que gerentes tenham em mente como conceber a migração das tecnologias e aplicações de mobilidade para IP. As empresas da Europa e da região Ásia-Pacífico poderiam obter vantagens observando companhias norte-americanas, onde 76% das empresas informam que seus executivos já desenvolveram uma estratégia para integração da tecnologia de mobilidade em redes IP e mais de 70% já definiram diretrizes para seus funcionários que usam esta tecnologia e trabalham à distância.
Fonte: IDG NOW
Em 2008, 72% das empresas pretendem migrar suas aplicações celulares de dados e voz para uma rede IP (protocolo internet), segundo pesquisa da Economist Intelligence Unit para a AT&T.
O uso de comunicações móveis pelas empresas é amplo entre os 395 altos executivos ouvidos e, na Europa, esse número chega a 91% dos entrevistados, que reportaram o uso constante dos equipamentos.
Até 2010, a utilização comercial de telefones celulares e outros aparelhos por executivos e outros funcionários será praticamente universal, segundo a pesquisa, e deverá se ampliar para áreas de atendimento ao cliente, tecnologia da informação e marketing, assim como no campo.
A pesquisa mostra que, em todas as regiões, a maior produtividade da força de trabalho é vista como um importante benefício da mobilidade. Além disso, os executivos reconhecem também outras vantagens, incluindo desde a melhoria do serviço de atendimento ao cliente e a redução dos custos operacionais e de infra-estrutura até a melhoria da prontidão para dar continuidade aos negócios.
Para concretizar os ganhos de produtividade pretendidos é necessário que gerentes tenham em mente como conceber a migração das tecnologias e aplicações de mobilidade para IP. As empresas da Europa e da região Ásia-Pacífico poderiam obter vantagens observando companhias norte-americanas, onde 76% das empresas informam que seus executivos já desenvolveram uma estratégia para integração da tecnologia de mobilidade em redes IP e mais de 70% já definiram diretrizes para seus funcionários que usam esta tecnologia e trabalham à distância.
Fonte: IDG NOW
terça-feira, 7 de agosto de 2007
FIVN lança Asterisk Management GUI versão 1.5 para os firmwares OpenWrt, Unslung e DD-WRT
O script Asterisk Management foi escrito para facilitar a manutenção do Asterisk. Originalmente foi desenvolvido para gerenciar o Asterisk rodando no firmware DD-WRT mas desde a versão 1.4 ele é compatível com qualquer Sistema Operacional Linux e Unix.
Este script pode gerenciar os arquivos de configuração do Asterisk, visualizar as conexões com outros servidores, canais, ligações, arquivos de log e status do sistema.
Informações sobre a instalação do script Asterisk Management para o OpenWRT, Unslung e DD-WRT encontram-se aqui.
Mudanças para a versão 1.5
- aperfeiçoamento do HTML e CSS
- mudança de HTML para XHTML 1.1
Fonte: Fivn
Informações sobre a instalação do script Asterisk Management para o OpenWRT, Unslung e DD-WRT encontram-se aqui.
Mudanças para a versão 1.5
- aperfeiçoamento do HTML e CSS
- mudança de HTML para XHTML 1.1
Fonte: Fivn
Tecnologia representa economia para micro e pequenas empresas
Sistemas de telefonia VoIP já não são novidade para muita gente, mas especialmente para as micro e pequenas empresas, o recurso de comunicação começa a chamar a atenção por uma razão bem simples: o impacto positivo sobre o faturamento delas.
O custo de telefonia tradicional chega a impactar em, no mínimo, 30% no faturamento bruto de uma empresa, oscilando de acordo com o segmento de atuação, número de funcionários e etc. Esse impacto, entretanto, fica mais evidente quanto menor for a empresa e menor for o seu fluxo de caixa.
De olho nesse potencial de negócios foi que a DKAL Telecom decidiu expandir sua área de atuação, oferecendo, além de recursos de automação comercial como máquinas de captura, consulta e impressão de cheques, recursos de VoIP (voz sobre IP), a partir de uma parceria com a Ligue Tecnologia. A DKAL, que está no mercado há 15 anos, foi buscar a competitividade e metodologia aplicada pela Ligue Tecnologia, empresa especializada no varejo e na infra-estrutura de feiras e eventos, por meio de uma joint-venture, para expandir seu mercado.
“Considerando que podemos oferecer até 70% de redução do valor da conta telefônica, os investimentos iniciais são mínimos, pois normalmente se pagam no primeiro ou segundo mês de utilização do sistema VoIP, garante o engenheiro Luis Carlos Solla, um dos sócios da DKAL Telecom.
A revolução nos custos com telefonia está mesmo nas micro e pequenas empresas. “A margem de lucro dos pequenos negócios é muito curta e nós proporcionamos uma economia real para esse mercado”, disse Solla. Na visão dele, se houver uma economia de R$ 1.000 mensais com telefone, já pode representar mais um funcionário, ou até dois, dependendo da função que ele exerça. A economia com as contas telefônicas chegou a bater 65% com o novo sistema.
Fonte: Jornal do Commercio
O custo de telefonia tradicional chega a impactar em, no mínimo, 30% no faturamento bruto de uma empresa, oscilando de acordo com o segmento de atuação, número de funcionários e etc. Esse impacto, entretanto, fica mais evidente quanto menor for a empresa e menor for o seu fluxo de caixa.
De olho nesse potencial de negócios foi que a DKAL Telecom decidiu expandir sua área de atuação, oferecendo, além de recursos de automação comercial como máquinas de captura, consulta e impressão de cheques, recursos de VoIP (voz sobre IP), a partir de uma parceria com a Ligue Tecnologia. A DKAL, que está no mercado há 15 anos, foi buscar a competitividade e metodologia aplicada pela Ligue Tecnologia, empresa especializada no varejo e na infra-estrutura de feiras e eventos, por meio de uma joint-venture, para expandir seu mercado.
“Considerando que podemos oferecer até 70% de redução do valor da conta telefônica, os investimentos iniciais são mínimos, pois normalmente se pagam no primeiro ou segundo mês de utilização do sistema VoIP, garante o engenheiro Luis Carlos Solla, um dos sócios da DKAL Telecom.
A revolução nos custos com telefonia está mesmo nas micro e pequenas empresas. “A margem de lucro dos pequenos negócios é muito curta e nós proporcionamos uma economia real para esse mercado”, disse Solla. Na visão dele, se houver uma economia de R$ 1.000 mensais com telefone, já pode representar mais um funcionário, ou até dois, dependendo da função que ele exerça. A economia com as contas telefônicas chegou a bater 65% com o novo sistema.
Fonte: Jornal do Commercio
Microsoft avança na estratégia para o mercado de VoIP
Contato com o ambiente de missão crítica das corporações exige dos parceiros envolvidos conhecimento específico na área
A Microsoft anuncia que o desenvolvimento das soluções Office Communications Server 2007 e Office Communicator client foi finalizado. Com a proposta de ajudar as companhias a cortar os custos com telefonia pela metade, Jeff Raikes, presidente da Divisão de Negócios da fabricante, ressalta o avanço da estratégia de posicionar a marca no mercado de voz sobre IP (VoIP).
O Office Communications Server 2007, com versão beta lançada em março, promete levar telefonia VoIP, mensagem instantânea, conferência e presença a partir de uma única solução, além de permitir a integração com o Exchange.
Questionado sobre o desafio da Cisco no mercado de VoIP, Raikes afirmou que a solução baseada em software da Microsoft oferece redução de custo superior e maior leque de funcionalidades.
De acordo com o executivo, qualquer parceiro que estiver envolvido na estratégia precisa adquirir conhecimentos específicos de VoIP, já que o alcance ao mercado corporativo implica o contato com sistemas de missão crítica.
Fonte: ResellerWeb
A Microsoft anuncia que o desenvolvimento das soluções Office Communications Server 2007 e Office Communicator client foi finalizado. Com a proposta de ajudar as companhias a cortar os custos com telefonia pela metade, Jeff Raikes, presidente da Divisão de Negócios da fabricante, ressalta o avanço da estratégia de posicionar a marca no mercado de voz sobre IP (VoIP).
O Office Communications Server 2007, com versão beta lançada em março, promete levar telefonia VoIP, mensagem instantânea, conferência e presença a partir de uma única solução, além de permitir a integração com o Exchange.
Questionado sobre o desafio da Cisco no mercado de VoIP, Raikes afirmou que a solução baseada em software da Microsoft oferece redução de custo superior e maior leque de funcionalidades.
De acordo com o executivo, qualquer parceiro que estiver envolvido na estratégia precisa adquirir conhecimentos específicos de VoIP, já que o alcance ao mercado corporativo implica o contato com sistemas de missão crítica.
Fonte: ResellerWeb
Serviço de IPTV Joost chega a 1 milhão de usuários
Após marca, criador diz que serviço estará disponível 'para qualquer um' até o final do ano
Alexandre Barbosa
SÃO PAULO - O serviço de vídeo online Joost chegou ao patamar de 1 milhão de usuários na semana passada, segundo anunciaram executivos da empresa. A marca é apenas simbólica, já que a cifra não chega a ser significativa em termos de usuários online.
Fundado pelos criadores do software de VoIP Skype, o Joost quer fazer o mesmo com o vídeo, o chamado IPTV. A diferença é que o Joost quer seguir um modelo P2P, ou seja, baseado no compartilhamento de arquivos entre os usuários da rede.
O dado foi divulgado por um dos fundadores do serviço Niklas Zennstrom, durante uma conferência feita pela Skype para investidores. O fundador também anunciou que o serviço estará aberto para usuários em geral em algum momento até o final do ano, com suporte de provedores de conteúdo como CBS, CNN, Sony e Viacom. O Joost também será bancado pela exibição de publicidade e conteúdos patrocinados.
Fonte: GazetaWeb.com
Alexandre Barbosa
SÃO PAULO - O serviço de vídeo online Joost chegou ao patamar de 1 milhão de usuários na semana passada, segundo anunciaram executivos da empresa. A marca é apenas simbólica, já que a cifra não chega a ser significativa em termos de usuários online.
Fundado pelos criadores do software de VoIP Skype, o Joost quer fazer o mesmo com o vídeo, o chamado IPTV. A diferença é que o Joost quer seguir um modelo P2P, ou seja, baseado no compartilhamento de arquivos entre os usuários da rede.
O dado foi divulgado por um dos fundadores do serviço Niklas Zennstrom, durante uma conferência feita pela Skype para investidores. O fundador também anunciou que o serviço estará aberto para usuários em geral em algum momento até o final do ano, com suporte de provedores de conteúdo como CBS, CNN, Sony e Viacom. O Joost também será bancado pela exibição de publicidade e conteúdos patrocinados.
Fonte: GazetaWeb.com
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