segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Segurança utilizando VoIP

Junto com a novidade VoIP surgem diversas dúvidas. Entre estas dúvidas, as referentes à segurança do sistema talvez sejam as mais polêmicas. Mas, antes de falar sobre a segurança em conexões VoIP, é preciso analisar a telefonia convencional.

Quantas pessoas que você conhece fazem uso de ligações telefônicas com algum tipo de criptografia? Qual é o nível de dificuldade para se “grampear” um telefone convencional? Partindo do pressuposto de um prédio vertical, é muito simples. Basta um par de fios conectados em paralelo no quadro central de telefonia ou em qualquer outro ponto da rede sobre os fios do telefone da “vítima”. Ou ainda, com dispositivos mais sofisticados colocados estratégicamente nos aparelhos ou PaBX de quem se deseja bisbilhotar e que podem transmitir por ondas de rádio a conversa à distância segura. Se juntar a isso o verdadeiro batalhão de indivíduos desde prestadores de serviço de telefonia aos funcionários das empresas de telefonia, conseguir ouvir a conversa alheia é realmente muito fácil.

Portanto, a segurança na telefonia convencional sob o ponto de vista da privacidade é realmente algo bastante frágil. No caso do VoIP, é preciso muito conhecimento técnico adicional, afinal, identificar os “fios” na telefonia VoIP é muito mais complexo e requer um expertise e aparelhagens não tanto comuns.

De forma geral, todos os sistemas VoIP (desde equipamentos até infra-estruturas) já estão de forma primária preparados para criptografia. Alguns equipamentos inclusive já incorporam este recurso, mas, normalmente, não são utilizados por consumirem mais processamento e eventualmente mais banda de transmissão. Mas o VoIP pela própria concepção de transmissão por pacotes IP tem em sua essência a facilidade de transformar estes pacotes com codificação criptográfica.

Comparando com a telefonia convencional, ao contrário do que se especula, não traz menos privacidade a seus usuários. Sim, pode-se argumentar que softphones em computadores vulneráveis podem ser alvos fáceis e etc. Mas olhe a questão segurança por um outro prisma. O prisma da disponibilidade do serviço, confiabilidade das contas (billing) e rastreabilidade.

Nestes aspectos o VoIP pode ser frágil, principalmente em infra-estruturas simples e implantadas por pequenas empresas com pouco investimento. É possível com investimento mínimo colocar-se em atividade um provedor VoIP. Basta um pequeno servidor rodando um software Open-Source, comprar tráfego de terminação para a rede pública de uma empresa que oferece isso no atacado (chamadas Wholesales), alguns terminais para clientes e pronto. Nada que não se consiga comprar por cerca de U$20 mil.

Nesta circunstância que a questão segurança começa a tornar-se crítica. Em uma estrutura com um único ponto, quando este ponto falha, evidentemente, todos os sistemas dependentes falham simultaneamente e a comunicação deixa de existir, portanto, promessas de economia desaparecem e no pior dos casos, a comunicação fica totalmente inviabilizada - se dependente só do VoIP.

Qualquer empresa que se proponha a oferecer serviços profissionais de comunicação por voz deve estar minimamente preparada para falhas em sua estrutura, tendo pelo menos 3 níveis de redundância automática (3 grupos de servidores em 3 redes IP diferentes e preferencialmente em 3 locais geograficamente distantes), de tal forma que esta estrutura se rearrange automaticamente instantes após o início de uma falha em um dos 3 pontos. Só desta maneira pode garantir um índice próximo de 100% de up-time (disponibilidade), objetivo indispensável quando tratamos de comunicação.

Deve também manter uma base de dados muito robusta para garantir a autenticação das contas de seus clientes e poder recuperá-las a qualquer tempo, mesmo para períodos com distância de meses das chamadas efetuadas. Isso implica em equipamentos e softwares de porte dos utilizados pelas companhias concessionárias de telefonia convencional (pela gigantesca massa de dados a ser armazenada e eventualmente recuperada). Dando ao cliente o conforto e segurança de poder recuperar qualquer CDR (Call Detail Record) Registro de Chamada sempre que lhe convier (ou lhe for exigido como, por exemplo, em uma situação jurídica).

Ainda, com alta disponibilidade de uso e total confiabilidade nas contas, resta para a segurança mínima o que se chama de rastreabilidade. Para as chamadas armazenadas na base de dados da operadora é preciso estar acompanhando os seguintes itens:

1- Linha que originou a chamada;
2- IP onde a linha estava autenticada no início da chamada;
3- Número de destino;
4- IP da gateway de terminação (no caso de chamadas para a rede pública) ou do terminal VoIP que recebeu a conexão;
5- Data e horários de início e fim.

Estes cinco itens permitem a localização geográfica e a “identificação” dos interlocutores e, são muito importantes sob o aspecto legal, protegendo o usuário de eventuais fraudes.
Assim a análise do cliente à oferta de uma operadora deve obrigatoriamente passar pelas garantias mínimas de segurança nos aspectos Redundância (Disponibilidade), Robustez da Base de Dados (Confiabilidade das Contas) e Rastreabilidade (Segurança de Identificação e Autenticidade).

Cláudio R. Stegun
Diretor da VipVox – Voz pela Internet
www.vipvox.com.br

Intel deve investir em chips telefônicos e VoIP

A Jajah atraiu o apoio da Intel para seu projeto de eliminar a distinção entre telefones e PC's. Ela alcançou 2 milhões de usuários com seu serviço de telefonia de longa distância pela Web e cresceu 66% nos últimos 3 meses.

A Intel pretende investir 20 milhões de dólares em um novo serviço, buscando maior integração da telefonia convencional - fixos e celulares - com o VoIP em computadores conectados à Internet. Com um incentivo desta magnitude os fundadores da Jajah acreditam que ela possa chegar logo ao patamar de empresas como Google, eBay e Yahoo. E pode ser que, com essa parceira, a tecnologia de telefonia via Internet seja incorporada aos microprocessadores.

O nome diferente é uma homenagem a Jajah Watamba, o inventor de um rudimentar dispositivo de comunicação à distância, chamado "bullroader", de origem australiana. Os nativos usavam esta ferramenta, feita de madeira e corda, que emitia um ruído característico e podia ser ouvido a quilômetros. Segundo os fundadores, Jajah é perfeito porque não significa nada em nenhum idioma, e é simples e diferente.

A Jajah foi fundada há 4 anos por Roman Scharf e Daniel Mattes. Ao trabalhar com videoconferências, Mattes se deu conta da importância de transmitir voz com qualidade e sem interrupções e resolveu investir numa tecnologia de compressão avançada de sons. Quando conseguiu um ótimo resultado, vendeu sua pequena empresa e se aliou a Scharf e mais três programadores aperfeiçoando o sistema de transporte de chamadas via Internet.

A idéia do serviço é bastante simples: você usa o número de um telefone convencional para "discar" para outro número de telefone em qualquer parte do mundo, ambos podendo ser fixos ou celulares. O sistema transforma a chamada em uma conexão IP imediatamente e usa os próprios aparelhos telefônicos para completar a ligação, ou seja, você tira o fone do gancho e aguarda a outra pessoa atender, como se fosse uma chamada normal.

A enorme diferença está no preço porque, na verdade, a ligação é feita pela Internet via VoIP — os aparelhos de origem e destino são meros instrumentos para a comunicação. Nada é tarifado na companhia telefônica regular, mas todas as ligações são abatidas de créditos comprados antecipadamente. Ainda assim, o custo das ligações acaba ficando, pelo menos, 80% inferior ao cobrado por uma companhia telefônica regular. O único inconveniente é que, como este serviço ainda não está nacionalizado, só é permitida a compra de créditos por transferência bancária para uma das instituições indicadas no site, em uma das 32 diferentes moedas disponíveis.

De qualquer modo, as perspectivas indicam claramente que este tipo de serviço vai impor uma nova realidade ao sistema de tarifação das ligações telefônicas. É só esperar mais um pouco.

Fonte: Jornal o Debate

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

MySpeed Server VoIP - para analisar a qualidade da conexão para o VoIP

MySpeed Server VoIP analisa a velocidade da conexão de banda larga e mede a qualidade do VoIP, além de fazer um diagnóstico de problemas relativos a conectividade.

Este produto simula uma sessão VoIP entre o Servidor VoIP e os clientes, medindo a qualidade e a performance da conexão de Internet para uma ligação VoIP. Ele fornece relatórios sobre jitter, perda de pacotes e a banda disponível no instante do teste (informações da velocidade de download e upload).

Faça o download do produto aqui.

Para realizar uma demonstração do produto clique aqui.

Fonte: MyVoipSpeed

O barato de telefonar via computador

A revista Veja testou para seus leitores o sites de ligações telefonicas via computador. O grande barato desta opção é que pode ser uma opção muito mais barata do que ficar preso aos serviços de uma Brasil Telecom que, em Mato Grosso, é praticamente monopolista. Vale conferir:

VoIP a sucessora do telefone
Por Fabiano Accorsi

O desafio que ainda impede o crescimento da tecnologia de voz sobre a internet, ou VoIP, é o número restrito de brasileiros que possuem internet rápida: 4,5 milhões entre 21 milhões de pessoas que acessam a rede. Possuir banda larga é um pré-requisito para que a conversa se dê pela rede sem falhas.

A principal vantagem da tecnologia VoIP é ser barata. As pessoas que dão preferência ao telefone virtual economizam em média 90% em chamadas internacionais, 40% em chamadas de longa distância e 30% em chamadas locais. A associação das operadoras de telefonia fixa estima que um terço das chamadas do Brasil para o exterior já seja feito pela internet.

O software de VoIP mais conhecido é o Skype. Existem outras 47 empresas autorizadas pela Anatel nesse mercado. Os serviços de VoIP diferenciam-se pelo tipo de interface utilizado: softphone, ATA, telefone IP e wi-fi (veja informações comparativas abaixo). Também variam na forma como as chamadas são cobradas: por meio de créditos pré-pagos ou mensalidades. Há ainda outras diferenças, conforme notou a economista paulista Beatriz Leitão, de 42 anos. A pedido de VEJA ela testou quatro alternativas VoIP e encantou-se com o aparelho wi-fi. Beatriz utilizou números para teste cedidos por quatro das cinco maiores operadoras VoIP do Brasil, de acordo com ranking da consultoria Teleco*.

Tipo de interface VoIP: SOFTPHONE

O que é: um software que permite efetuar ligações para qualquer número de telefone fixo, celular ou outro VoIP. Há serviços que somente efetuam as ligações, como o UOL Fone ou o Terra VoIP, e outros que também recebem chamadas, entre os quais o mais popular é o Skype.
O que é preciso para instalar: fazer o download do software, plugar no computador o microfone e, se desejável, a webcam. Comprar créditos para fazer chamadas para telefones fixos ou celulares. As ligações entre computadores costumam ser gratuitas.
Principal vantagem: entre os serviços de VolP oferecidos no Brasil, o softphone é o único que permite empregar uma câmera na conversa.
Serviço testado por Beatriz: SKYPE
Sua avaliação: "Eu uso diariamente esse serviço para economizar na conta de telefone. Em algumas ocasiões, as ligações feitas para telefones fixos dão eco, especialmente em interurbanos. Há outros dois problemas: o computador deve ficar ligado para fazer ou receber ligações e a cobrança do cartão de crédito se dá em euros. Às vezes a fatura vem mais alta do que eu espero por causa do câmbio".

Tipo de interface VoIP: ATA (Adaptador de Telefone Analógico)

O que é: um adaptador que faz a conexão de um telefone comum à rede, transformando-o em telefone VoIP.
O que é preciso para instalar: basta conectar o ATA aos cabos da internet e do telefone. Não é preciso ter um computador no ambiente (basta ter o ponto de rede).
Principal vantagem: pode ser conectado a um telefone sem fio, o que amplia sua mobilidade.
Serviço testado por Beatriz: NET FONE via EMBRATEL
Sua avaliação: "Financeiramente compensa ter um pacote de internet, televisão a cabo e VoIP. Como eu uso os três serviços em casa, unificar o fornecedor me traria descontos. Mas fiquei desapontada porque o som saiu abafado e as pessoas tiveram dificuldade para me ouvir. Reclamei e os técnicos da Embratel conseguiram atenuar o problema com facilidade".

Tipo de interface VoIP: TELEFONE IP

O que é: um telefone com fio e visor, pelo qual se podem identificar as chamadas.
O que é preciso para instalar: ligar os cabos às entradas na parte de trás do aparelho para que receba energia elétrica e acesso à internet. Assim como o ATA, o telefone IP dispensa a intermediação de um computador.
Principais vantagens: display de chamadas e agenda com memória para até 100 números.
Serviço testado por Beatriz: GVT-VONO
Sua avaliação: "Funcionou bem, mas tanto o aparelho quanto o serviço são caros. Pela GVT-Vono o preço da ligação local é igual ao preço do DDD e do DDI para os Estados Unidos: 25 centavos por minuto. Há operadoras mais baratas. O aparelho custa cerca de 800 reais. Em minha opinião os preços não compensam".

Fonte: Olhar Direto

Empresas vão aderir à ampliação do mercado de VoIP no próximo ano

Com a expansão na comercialização do mercado de Voz sobre IP em 10%, o economista Laerte Martins acredita que, em 2007, uma a cada 10 empresas substituirá a telefonia convencional pelo sistema VoIP.

A dinamização da comunicação pela internet, aliada à tecnologia, qualidade, crescimento de banda larga e preço mais baixo do que as operadoras de telefonia convencionais, é possível que em 2007 as empresas deixem de usar a telefonia convencional.

No Brasil há pelo menos 125 empresas que oferecem serviço de VoIP. De acordo com o economista, o mercado tem que se preparar para o ponto de equilíbrio, que se ajusta pela oferta e demanda e que se estabiliza ao longo do tempo.

Crescimento
A Voitel, operadora de serviços de voz sobre IP, acredita que esse mercado irá crescer 50% em 2007, mais que a média dos últimos anos, que tem estado entre 35% e 40% de crescimento.

A previsão de crescimento do mercado não surpreende o diretor comercial da VipVox, Bruno Zammataro. "Os benefícios proporcionados pelo VoIP, com destaque para a economia, já são entendidos pelas empresas e pessoas físicas e em um futuro muito próximo será raro encontrar uma empresa que ainda não aderiu à esta tecnologia", diz o diretor.

Desenvolvimento
"Se o governo mantiver sua prioridade de crescimento, teremos investimentos em infra-estrutura e a área de telecomunicações faz parte dessa pauta. Junto com projetos de inclusão digital e popularização da banda larga, acreditamos que o número de usuários de VoIP aumentará muito em 2007", diz Pedro Suchodolski, CEO da Voitel.

Dentro deste cenário, Suchodolski diz que ainda há necessidade de mudanças na legislação do setor. Segundo ele, o processo de atualização do marco regulatório deve avançar em 2007, mas ele não acredita que a nova lei ficará pronta para o próximo ano.

"Mesmo com o crescimento do mercado, a tendência é a consolidação das operadoras de VoIP, pois hoje existem muitas com um modelo que não é sustentável", afirma Suchodolski.

Fonte: Administradores

Em 2007, 75% do tráfego de voz será via VoIP

Estudo da Frost&Sullivan assinala que haverá um boom ainda maior da tecnologia no próximo ano, por causa da redução de custos e as funcionalidades que proporciona.
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Apesar das dúvidas sobre a real finalidade da tecnologia de VoIP (voz sobre Internet Protocol) aplicada ao negócio, 75% dos que responderam a uma pesquisa sobre o tema realizada pela Frost & Sullivan disseram que o tráfego de voz em 2007 será realizado por meio do sistema.

As principais razões para o aumento da adoção, segundo a consultoria, são a redução de custos e as funcionalidades oferecidas. O estudo encomendado pela Compuware diz ainda que 39% das companhias não calculam o rendimento das aplicações de voz antes de rodar o sistema.

Os dados da Frost&Sullivan mostram também que as empresas também não estão aplicando estratégia alguma para monitorar a qualidade das chamadas sobre IP. Concretamente, só 8% gerenciam essas ligações e só estão preparadas para fazê-lo em escala individual.

Cabe ressaltar que só é possível obter a visibilidade necessária para assegurar um sistema de VoIP que funciona corretamente em uma rede de empresa, realizando uma monitoração individual.

A esse respeito, 37% dos diretores de TI afirmam dispor somente de um feedback retrospectivo dos usuários, com o que só é possível corrigir erros já realizados. Além disso, 29% das organizações dizem empregar ocasionalmente provas sintéticas que, simultaneamente, adicionam carga a rede e implicam que, quando ocorrem problemas em horas diferentes daquelas qm que se realizam as provas, não são detectadas nem efetuados o rastreamento.

Fonte: PC World - Espanha

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Finalmente uma solução definitiva para o FAX no Asterisk

Enviar FAX através do Asterisk tem causado grandes problemas para muitas pessoas. O grande causador é diferença no clock entre o servidor Asterisk e os dispositivos Zaptel (hardware da Digium).

Teoricamente, a cada clock é gerado um pacote de voz (PCM) e isto ocorre a cada 1 ms. Devido a falta de sincronização na geração desses clocks, alguns pacotes de informações podem ser perdidos após um determinado tempo de transmissão.

Por exemplo, uma placa pode gerar um pacote de voz (PCM) a cada 1.0001 ms enquanto que outra placa pode receber a cada 1.0000 ms. Esta diferença sempre existe devido a natureza dos componentes eletrônicos nos equipamentos. Após 10.000 pacotes transmitidos (a cada 10s), um pacote de voz (PCM) é perdido neste caso.

Numa transmissão de uma conversa telefônica, isto somente causará uma perda da qualidade da ligação mas no caso de transmissão de dados, como por exemplo FAX, esse dado perdido causará na perda da sincronização e consequentemente o erro na transmissão do FAX.

Para resolver este tipo de problema, todos os dispositivos Zaptel devem ser sincronizados.

O dispositivo Astribank foi projetado com o Phase Locked Loop (PLL). Este circuito eletrônico recebe o clock de referência de um dispositivo Zaptel e compara com o clock do Astribank, e depois ajusta o clock do Astribank para que fique sempre igual ao da placa Zaptel do Asterisk.

Se forem utilizadas diversas placas Zaptel no sistema, o clock do Astribank é utilizado como o clock principal (master) e todos os Asterisk são sincronizados com o Astribank.

Xorcom adicionou algumas modificações no Zaptel para suportar este tipo de sincronismo, da placa Zaptel em relação ao Astribank. O código está disponível no site da Xorcom e possivelmente isto será implementado nas futuras versões do Zaptel.

Fonte: Xorcom

GVT projeta crescer 56% em SC

A GVT espera obter um crescimento de 56% em Santa Catarina este ano. Para isso, a operadora aposta nas marcas GVT, POP e Vono, segundo o site Noticenter.
A marca GVT compreende soluções em telefonia fixa local convencional e com DDD e DDI, com utilização do código 25. Já o POP é provedor de internet discada gratuita, além de ferramentas como blog, fotolog, videolog, álbum de fotos e site pessoal. Já o Vono é a parte da empresa que opera com VoIP.

"É uma tendência a utilização simultânea dos computadores e dos telefones. Essa é a frente da GVT que está em franca expansão: somente no primeiro trimestre as linhas associadas a VoIP cresceram 318%", destaca Idalina Ziger, gerente da operadora para as cidades de Blumenau, Brusque, Balneário Camboriú e Itajaí, em entrevista ao site catarinense.

Segundo a executiva, a empresa fechou o primeiro trimestre do ano com mais de 117,4 mil linhas instaladas nas 11 cidades em que atua no estado. "O último grande investimento em SC foi de R$ 630 mil, para o início dos trabalhos no município de Içara", afirma Idalina.

Fonte: Baguete

In-Stat: cresce demanda por celulares Wi-Fi

Em 2011, o número de aparelhos que suportarão VoIP ultrapassarão 50 milhões

O mercado para aparelhos celulares com tecnologia Wi-Fi embutida está em ascensão, de acordo com a consultoria In-Stat, que identifica uma crescente demanda por telefones dual-mode.

Uma pesquisa da consultoria realizada com usuários norte-americanos early adopters de tecnologia apontou que cerca da metade dos participantes que planejam trocar os aparelhos preferem aqueles com Wi-Fi.

Atualmente, os modelos que suportam voz sobre Wi-Fi são limitados, mas até o fim deste ano a Wi-Fi Alliance certificará mais de cem diferentes modelos de celulares Wi-Fi.

A consultoria estima que em 2011 o número de aparelhos que suportarão VoIP ultrapassarão 50 milhões. E acrescenta que problemas como pouca vida útil das baterias estarão resolvidos até 2007.

A incorporação de voz sobre IP (VoIP) nos sistemas dos telefones, afirma a In-Stat, aumentará a competição no setor.

Fonte: IT Web

Telefone via internet é testado em encontro

SÃO PAULO, 14 de junho de 2007 - Um sistema de ligações telefônicas feitas por meio de um aparelho para uso do serviço Voip - que consiste na transmissão de voz através do protocolo da internet em vez da tecnologia convencional - está sendo testado no 1º Encontro da Cultura Colaborativa (Ecco), em Salvador.

Segundo o coordenador de infra-estrutura tecnológica do encontro, Luiz Paulo Leite Machado, o equipamento permite a redução dos gastos com ligações em até 70%, além de realizar chamadas interurbanas sem custos. O aparelho foi cedido pela Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits).

"Com o Voip, estamos viabilizando toda a forma de contato telefônico que realizamos com palestrantes ou parceiros do evento", disse Machado, que coordena uma equipe de 18 pessoas do Projeto Casa Brasil.

O sistema foi instalado na sala de produção do evento e funciona da seguinte maneira: um cabo de rede e o telefone convencional são conectados ao aparelho, que se comunica com um servidor encarregado de fazer a ligação.

Machado explicou que a parte de infra-estrutura tecnológica do Ecco começou a ser instalada uma semana antes do início do evento, na terça-feira (11).

Toda área de 68 mil quilômetros quadrados do Sesc Piatã, local onde se realiza o encontro, está coberta por internet sem fio (wireless). Com o apoio de uma empresa privada, foram montados dois telecentros, cada um com 30 computadores com software livre.

Fonte: JB OnLine